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segunda-feira, 21 de maio de 2012

A GÊNESE EM VEZ DO GÊNESIS




A GÊNESE EM VEZ DO GÊNESIS

No princípio, não sabemos como era, mas certa vez ocorreu o “Big Bang”, que deu origem a bilhões de galáxias e em uma dessas, após alguns bilhões de anos, de alguns fragmentos se formou o sistema solar, onde está a terra.

A terra era sem vida, (Gn 1:1) era uma bola incandescente distante do sol (Gn 1:3) que projetava sua luz ela, possibilitou um resfriamento até uma temperatura adequada, propícia ao surgimento da vida nas águas (Gn 1:2).  E à medida que a terra girava, ficando uma parte iluminada e outra escura e houve separação entre a luz e as trevas, e se passaram muitas eras no primeiro estágio.  E o resfriamento da terra gerou as nuvens e consequentemente a água que se acumularam no que se chama hoje terra e surgem os mares. E se passa mais uma era.
E as reações químicas deram origem à vida vegetal, que evoluiu “em relva, ervas que dão semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dão fruto que têm em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi”.
(Gn 1:2)
(12) A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente, evoluindo em muitas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, derivando também muitas espécies. E isso foi muito bom.

(13) E foram bilhões de tardes e manhãs, o terceiro estágio, NÃO simplesmente um dia terceiro.

(14) E NÃO foi dessa vez que se formaram “luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos”; pois eles já existiam antes da terra;

(15) e serviram os luminares no firmamento do céu, para alumiar a Terra. E assim foi.

(16) Pensava-se no passado que “Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas”. Hoje se sabe que o chamado “luminar maior” é apenas uma pequena estrela.

(17) E realmente é o sol que serve “para alumiar a terra”.

(18) para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas.” E isso é bom.

(19) E isso NÃO constitui um “dia quarto”, mas muitos dias, muitas tardes e manhãs.

(20) E produziram as “águas cardumes de seres viventes”; mas NÃO surgiram ao mesmo tempo “as aves acima da terra no firmamento do céu”. Essas derivaram de muito tempo de evolução.

(21) E a vida marinha evoluiu constantemente, surgindo “os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente”. E isso foi bom.

(22) E a vida se espalhou pelas águas dos mares, até alguns saírem para a terra.

(23) E foi mais um estágio, que poderia ser o quarto, mas NÃO “o dia quinto”.

(24) E os répteis aquáticos se adaptaram à vida na terra, evoluindo para outros seres viventes surgindo muitas “espécies”. E assim foi.

(25) E os seres selvagens se diversificaram em muitas espécies, dessa vez alguns desenvolvendo asas, surgindo, AGORA SIM, as aves. E isso foi bom.

(26) E um dos animais desenvolveu muito a atividade cerebral, passando a tentar dar explicação a tudo. Esse animal, que dá nome a todos os outros, a si mesmo denominou homem. Inconscientemente, disse: Façamos os deuses à nossa imagem, “conforme a nossa semelhança; dominem eles sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra”, até sobre nós.

(27) Criou, pois, o homem deuses à sua imagem e semelhança e à semelhança dos outros animais; à imagem do homem e de outros animais os criou; deuses e deusas os criou. E o homem passou a confiar seu destino aos deuses que ele próprio criara e pensou serem esses deuses os criadores de todas as coisas. Em períodos mais avançados, alguns reduziram o número dos deuses a dois, Masda, o deus do bem, e Arimã, o deus do mal. Mais adiante, surgiram os hebreus, que se restringiram a crer em um único deus, Jeová, considerado o criador de todas as coisas.

(28) E hoje o homem se multiplicou, encheu literalmente a terra e está sujeitando-a; domina “sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.” O homem já está compreendendo muitos dos fenômenos que no passado atribuía às divindades; não obstante, a maioria da humanidade ainda crê na existência delas.




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