A GÊNESE EM VEZ DO GÊNESIS
No princípio, não sabemos como era, mas certa vez ocorreu o
“Big Bang”, que deu origem a bilhões de galáxias e em uma dessas, após alguns
bilhões de anos, de alguns fragmentos se formou o sistema solar, onde está a
terra.
A terra era sem vida, (Gn 1:1) era uma bola incandescente
distante do sol (Gn 1:3) que projetava sua luz ela, possibilitou um
resfriamento até uma temperatura adequada, propícia ao surgimento da vida nas
águas (Gn 1:2). E à medida que a terra
girava, ficando uma parte iluminada e outra escura e houve separação entre a
luz e as trevas, e se passaram muitas eras no primeiro estágio. E o resfriamento da terra gerou as nuvens e
consequentemente a água que se acumularam no que se chama hoje terra e surgem
os mares. E se passa mais uma era.
E as reações químicas deram origem à vida vegetal, que
evoluiu “em relva, ervas que dão semente, e árvores frutíferas que, segundo as
suas espécies, dão fruto que têm em si a sua semente, sobre a terra. E assim
foi”.
(Gn 1:2)
(12) A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente,
evoluindo em muitas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua
semente, derivando também muitas espécies. E isso foi muito bom.
(13) E foram bilhões de tardes e manhãs, o terceiro estágio,
NÃO simplesmente um dia terceiro.
(14) E NÃO foi dessa vez que se formaram “luminares no
firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles
para sinais e para estações, e para dias e anos”; pois eles já existiam antes
da terra;
(15) e serviram os luminares no firmamento do céu, para
alumiar a Terra. E assim foi.
(16) Pensava-se no passado que “Deus, pois, fez os dois
grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para
governar a noite; fez também as estrelas”. Hoje se sabe que o chamado “luminar
maior” é apenas uma pequena estrela.
(17) E realmente é o sol que serve “para alumiar a terra”.
(18) para governar o dia e a noite, e para fazer separação
entre a luz e as trevas.” E isso é bom.
(19) E isso NÃO constitui um “dia quarto”, mas muitos dias,
muitas tardes e manhãs.
(20) E produziram as “águas cardumes de seres viventes”; mas
NÃO surgiram ao mesmo tempo “as aves acima da terra no firmamento do céu”.
Essas derivaram de muito tempo de evolução.
(21) E a vida marinha evoluiu constantemente, surgindo “os
monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as
águas produziram abundantemente”. E isso foi bom.
(22) E a vida se espalhou pelas águas dos mares, até alguns
saírem para a terra.
(23) E foi mais um estágio, que poderia ser o quarto, mas
NÃO “o dia quinto”.
(24) E os répteis aquáticos se adaptaram à vida na terra,
evoluindo para outros seres viventes surgindo muitas “espécies”. E assim foi.
(25) E os seres selvagens se diversificaram em muitas
espécies, dessa vez alguns desenvolvendo asas, surgindo, AGORA SIM, as aves. E
isso foi bom.
(26) E um dos animais desenvolveu muito a atividade
cerebral, passando a tentar dar explicação a tudo. Esse animal, que dá nome a
todos os outros, a si mesmo denominou homem. Inconscientemente, disse: Façamos
os deuses à nossa imagem, “conforme a nossa semelhança; dominem eles sobre os
peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda
a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra”, até sobre nós.
(27) Criou, pois, o homem deuses à sua imagem e semelhança e
à semelhança dos outros animais; à imagem do homem e de outros animais os
criou; deuses e deusas os criou. E o homem passou a confiar seu destino aos
deuses que ele próprio criara e pensou serem esses deuses os criadores de todas
as coisas. Em períodos mais avançados, alguns reduziram o número dos deuses a
dois, Masda, o deus do bem, e Arimã, o deus do mal. Mais adiante, surgiram os
hebreus, que se restringiram a crer em um único deus, Jeová, considerado o
criador de todas as coisas.
(28) E hoje o homem se multiplicou, encheu literalmente a
terra e está sujeitando-a; domina “sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu
e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.” O homem já está
compreendendo muitos dos fenômenos que no passado atribuía às divindades; não
obstante, a maioria da humanidade ainda crê na existência delas.
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